Integração entre sistemas
CRM, ERP, APIs, bases de dados, parceiros e brokers podem ser ligados com workflows, mappings e triggers reutilizáveis.
O Selfint é uma plataforma de automação e integração orientada a workflows e dados. Liga sistemas, trata payloads e ficheiros, executa regras e mostra o que aconteceu em cada execução.
Foi pensado para operações, suporte, produto e tecnologia que precisam de processos simples por fora e robustos por dentro, com execução rastreável e controlo multi-cliente.
O Selfint não é apresentado como um engine isolado. É um produto para ligar sistemas, automatizar passos operacionais e dar visibilidade à execução sem exigir desenvolvimento pesado em cada integração.
CRM, ERP, APIs, bases de dados, parceiros e brokers podem ser ligados com workflows, mappings e triggers reutilizáveis.
Eventos, agendas e ficheiros podem arrancar processos com validação, decisões, retries e reprocessamento controlado.
O produto trata transformação, enrich, export e routing de payloads e ficheiros com controlo operacional centralizado.
Este site foi reorganizado para refletir o que já existe na plataforma e o que está a ser transformado em experiência de produto.
Posicionamento claro, casos de uso foco e packs prontos para acelerar proposta comercial e arranque inicial.
Execuções filtráveis, auditoria Kafka, DLQ e base de tracing configurada para evoluir a confiança operacional.
Enforcement por cliente, RBAC e validação de ownership em filas e superfícies críticas já estão no backend.
Ajuda centralizada, AI assistant, AI builder e exemplos reais são a base para reduzir atrito de adoção.
O objetivo deixa de ser só desenhar workflows; passa a ser operar integrações com estado, histórico e reações visíveis.
Em vez de vender arquitetura, a plataforma passa a ser apresentada por packs e resultados concretos.
O Selfint já não deve aparecer apenas como plataforma técnica. O Marketplace passa a ser a montra onde cada pack é explicado, validado e instalado com contexto suficiente para decisão.
No espírito de catálogos como o AppExchange, o conteúdo do listing tem de reduzir dúvidas antes da instalação.
O produto passa a ser explicado como um arranque simples: escolher um pack, testar com dados reais e operar com confiança.
Começar por um caso de uso com framing claro: integração de sistemas, automação interna ou pipeline simples de dados.
Usar exemplos reais, mappings e ajuda contextual para validar o comportamento esperado antes de entrar em produção.
Executions, Kafka monitoring, DLQ e reprocessamento permitem perceber onde falhou e atuar sem perder contexto.
Estas capacidades foram verificadas no código existente e são a base para a adequação do produto.
Este mini-site passa a separar descoberta do produto, packs prontos e detalhe técnico suportado pelo código atual.